São Paulo registra mais 3 mortes por sarampo e número no estado chega a 12 no ano – G1

< p class="content-text __ container"data-track-category="Link no Texto"data-track-links> A Secretaria Estadual da Saúde confirmou nesta quarta-feira (9)mais três mortes por sarampo no estado de São Paulo. No overall, doze pessoas já morreram no estado por complicações da doença em 2019. Não se morria de sarampo em

São Paulo desde 1997.

  • Segundo a secretaria, as novas vítimas são:

Uma bebê de dez meses, sem vacina de Itapevi, na Grande São Paulo; Um homem de 53 anos, com condição de risco, de Santo André, no ABC; E um menino de 1 ano, também com condição de risco, de Francisco Morato, na Grande São Paulo.

São consideradas pessoas com condição de risco os portadores de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de portadores de doenças que enfraquecem o sistema imunológico, que podem ficar mais vulneráveis à infecção e evolução com maior gravidade. A secretaria também divulgou o novo balanço de casos confirmados da doença no estado. Até o momento, há 6.177 confirmações laboratoriais. Após orientação do

Cerca de 57 % do overall de casos se concentram na capital (são 4.408, somando confirmações laboratoriais e clínicas).

Uma nova campanha de vacinação nacional começou nesta segunda-feira(7) com o público-alvo de crianças de 6 meses a 5 anos de idade ainda não imunizadas.

Até o dia 25 de outubro, as doses estarão disponíveis em todos os postos de vacinação do estado. Entre 18 e 30 de novembro, acontecerá a segunda fase da campanha, focada em jovens de 20 a 29 anos. Mesmo sem campanhas específicas, pessoas de todas as idades podem procurar as Unidades Básicas de Saúde para regularizar a carteirinha de vacinação gratuitamente. A secretaria afirma que apenas em quem tiver alguma pendência será vacinado (Veja abaixo quem deve se vacinar). Também continuam sendo realizadas as ações de bloqueio. Quando há notificação de casos de sarampo, agentes de saúde vacinam, sem discriminação de idade ou situação vacinal, as pessoas que tiveram contato com a possível vítima da doença em locais como ambiente de trabalho e condomínio. A recomendação para as mães de crianças com idade inferior a 6 meses– que não podem tomar a vacina– é evitar exposição a aglomerações, manter higienização adequada, ventilação de ambientes, e sobretudo que procurem imediatamente um serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença.

  • Os sintomas da doença podem ser: manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite e manchas brancas na mucosa bucal. Bebês de 6 meses a 1 ano incompletos devem tomar a “dose zero”, que é additional. Ao completar 12 meses, devem tomar normalmente uma dosage da tríplice viral. Aos 15 meses, devem tomar uma dose da tetravalente. Pessoas de 12 meses a 29 anos de idade devem ter duas doses da tríplice viral comprovadas. Se não está marcada na carteirinha ou não se lembra, deve procurar uma UBS e regularizar a situação;
  • Adultos de 30 a 59 anos devem ter pelo menos 1 dose da tríplice viral;
  • Adultos com mais de 60 anos não precisam se vacinar, por já terem tido contato com a doença no passado;
  • A vacina não é indicada para mulheres grávidas e pessoas com problemas na imunidade;
  • VEJA OS LOCAIS ONDE A VACINA É OFERECIDA NA CAPITAL
  • Segundo a secretaria, as novas vítimas são:

Uma bebê de dez meses, sem vacina de Itapevi, na Grande São Paulo; Um homem de 53 anos, com condição de risco, de Santo André, no ABC; E um menino de 1 ano, também com condição de risco, de Francisco Morato, na Grande São Paulo.

São consideradas pessoas com condição de risco os portadores de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de portadores de doenças que enfraquecem o sistema imunológico, que podem ficar mais vulneráveis à infecção e evolução com maior gravidade. Mesmo sem campanhas específicas, pessoas de todas as idades podem procurar as Unidades Básicas de Saúde para regularizar a carteirinha de vacinação gratuitamente. Também continuam sendo realizadas as ações de bloqueio. Os sintomas da doença podem ser: manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite e manchas brancas na mucosa bucal.

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